Sem horas e sem dores,

sejam bem vindos.

Soneto de Fragilidade












Quiçá tivera quimera a meus pés
e a tela pintada à vela de giz.
Minerva adorada dentro dessa cela
decanta a cartela de amores que eu fiz.

Meu rio, permita casar-te com o mar!
e ver mais amor na tua tinta bordada
Quiçá primavera a banhar-te de pétala
deste poeta que sonha chorar.

Visível concreta é a idéia do amor
que à dor não permite bater ou entrar
e até em martírio proteje o mais frágil.

No vil desacato do fertilizado
se diz: - Nascerá mais amor espalhado
E morre na vida e se vai no naufrágio.

2 Comentários:

camilaferrer disse...

Você não deveria ter parado de escrever !
Parabéns pelo texto meu bem.. ♥-♥




Te amo muito...

Luiz Veloso disse...

Talvez por isso é tão raro.
As coisas são ditas raras pela dificuldade que temos de acha-las. e como elas quebram tão fácil...a escassez é inevitável.

Bom ter você de volta, Poeta.

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