Sem horas e sem dores,

sejam bem vindos.

CAOS











Quero ver até quando vou ter saco
pra ficar pagando o pato
pelas coisas que nem faço!
Nesse amor enigmático,
nessa foda tão caótica,
que até a velha rótula
em meu joelho se aposenta!

***

Quero ver se tu me aguenta!
Com essa cara de setenta
e esse corpinho de vinte
mil anos atrás, eu fui
e bati lá na porta do requinte
que era a que estava aberta
quando me deixastes só, apenas com as pernas.

Doeu demais, doeu, ambos os lados...
e nesses dias nos sentimos fracos,
frágeis, pálidos,
brancos-neve a mergulhar,
o lago
já está cheio. Muita gente a nadar.
Pouca a respirar.

Pouca, poupa! Teu fôlego pode acabar!
Tola, a roupa já está toda molhada!
Resta sentada,
descansa a briga pra amanhã não mais brigar.

1 Comentários:

camilaferrer disse...

"Pouca, poupa! Teu fôlego pode acabar!
Tola, a roupa já está toda molhada!
Resta sentada,
descansa a briga pra amanhã não mais brigar." esse final, tipo foi o gram-final.
Muito bom amor,muito bom mesmo. Eu vou ser tua eterna fã.

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