Sem horas e sem dores,

sejam bem vindos.

Grão de arte

Perdoem-me suas perdas de tempo, eu realmente achava que era poeta.

---

Nossa senhora, mãe de 'd'eus e de todos,
menos eu,
perdão suplico pela falta de brilho
nessa cara de pau com que aqui me apresento.

Minhas palavras tem sentido? Te pergunto
mil perdões, eu não te ouço...
me perdoe o excesso de politicagem
mas rezar sem crença realmente é sacanagem.

*

Ao Deus, dono de todos. A ele suplico
mostra-me o caminho certo das palavras
pois de insatisfação já me encho nessa tarde.

Mostra logo, antes que saia a alvorada!
Já não tenho voz, não aguento mais o grito.
Mostra-me as palavras, mostra-me um pouco de tua arte.

---

Perdoem-me novamente. Espero paciente a resposta. E eu achava que era poeta!

Bobinho, eu...

1 Comentários:

camilaferrer disse...

O mundo precisa de poesia. E isso eu tenho em você. Meu poeta!
Texto lindo, lindo, sabe... queria ter esse dom.

Te amo.

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