Sem horas e sem dores,

sejam bem vindos.

Nossa tríade ♪‿♩♭ ♫♮

E chega seu sol se orgulhando de sua luz
Passa na minha cara teu sinal de solução
Tua voz não soa mais em meio a tantos de teus raios
roxos, vermelhos, violetas... impactos, contração.

De tanto "não" que se soou a minha rima adormeceu
Minhas respostas corporais cessaram, sem ação
Dancei na tua calçada descantando nosso adeus
e mais uma vez vejo teus lábios sussurrando nosso não.

De onde vem essa insistência em se mostrar sempre maior?
Eu aqui cheio de amor já me sinto desgastado
Meu concerto sede aos poucos a teu charme sem sentido.

Meu violão sente a pressão do teu brilho vaidoso
O som é o meu limite pra salvar um amor fadado
As cordas já romperam e

o braço já ferido...
Foge do adeus...
minha lágrima de

Graças a Deus o violão tem duas MI's

Porque de tanto se mostrar, desgastou-se a SOL.

3 Comentários:

Ediane disse...

Muito bom, muito bom, bravo! Arrepiei,nao sabia que escrevias tao bem! parabens, muito bom mesmo!

priscilla disse...

Caramba!!! vou acreditar que você é poeta.
mas o que me intriga é, você falar tão bem sobre o amor e a vida, mas quando conversamos parece tão tosco.
Acreditoque existe dois otavio, eu prefiro esse, parabens

Rodrigo Fenty disse...

Já posso dizer que tenho uma bela concepção de tríade. muito bom o texto.
E se tratando de música não há nada melhor que a sonoridade da vida,
aquela que melhor se escuta no silêncio...

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